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sábado, 18 de setembro de 2010

Não era para ser...

Nossas vidas são compostas por sonhos, fatos, atos e planejamentos. Mas, por mais que venhamos a planejá-la, não conseguimos controlá-la.



Certezas viram incertezas, medos transformam-se em coragem, alegria em tristeza e vice-versa. Quem sabe o que vai acontecer daqui a um minuto ou no dia de amanhã? Apenas planejamos e colaboramos para que nossos sonhos se tornem fatos.


O que é o tempo? O que é a vida? Quem realmente somos? Você conseguiria responder com toda sinceridade quem você é?


Quem eu sou? Estou me construindo. Não quero ser o que sociedade quer que eu seja, não vou seguir modelos impostos. Simplesmente avalio o certo e o errado. E o que é mais certo ou menos errado: uma criança morrer de fome na rua por não ter uma família ou os jovens que terminam na prisão por terem assassinado sua família? Concordamos que não existe o "menos errado" porque os dois são absurdos, são a realidade da nossa sociedade.


Como o ser humano pôde chegar a esse ponto. Diariamente a sociedade me enjoa, me decepciona e surpreende. Sempre quando achamos que não dá para piorar acontece algo pior e passamos acreditar que nada é impossível, SEMPRE TUDO PODE PIORAR.


Como conseguimos sobreviver nessa sociedade, nesse sistema? Só Deus pode nos ajudar, sobrevivemos porque ele tem tido misericórdia de nossas vidas. Darwin me desculpe, mas isso contraria totalmente sua teoria de adaptação ao meio. Eu não estou preparada nem adaptada para viver nessa sociedade, nesse mundo, nessas regras. Mas estou aqui, sou o que sou






E você quem é?

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Que merda!

Com o tempo descobrimos que nossas certezas não são definitivas e muitas vezes viram erradas. As dúvidas e os questionamentos fazem parte do dia a dia do ser humano, tornando-se mais comuns diariamente. No século XXI temos a existência de várias doenças e “mals do século”. Algo que deveria ser classificado como mal do século são as dúvidas.



Temos dúvidas para tudo em nossas vidas. Qual sapato eu uso? Qual profissão seguir? Que faculdade fazer? Qual filme ver? Qual livro ler? O que quero comer? O que devo fazer? Azul ou rosa? Amor ou ódio? Ahhhhhhhhhh!!! Chega! Cansei de perguntas, dúvidas e questionamentos.

A grande verdade é que o ser humano não sabe o que quer. Se alguém dá muito carinho a pessoa reclama que esta recebendo carinho demais, se a pessoa passa a ser mais distante o outro reclama que a pessoa é ausente ou desatenta. Nunca estamos satisfeitos com nada. Isso é um absurdo. Tenho raiva de mim por fazer parte dessas pessoas que não sabem o que querem.


Sempre reclamei de namorados “grudentos”, aqueles que te ligam toda hora, que quer te ver todos os dias várias vezes etc. Hoje pago pela minha língua. Que arrependimento tenho de não ter aproveitado meus namorados “grudentos”, que arrependimento tenho de não valorizá-los. Hoje tenho um namorado que mau me procura durante a semana, se eu não ligar ele não liga, se eu não mandar mensagem ele não manda e assim por diante. A princípio ele era o namorado dos meus sonhos, mas agora eu não agüento mais.

Qual o objetivo para começar um namoro? Creio eu que seja para ter um companheiro na vida, pelo menos esse é o meu objetivo. Como ter um companheiro se ele não te liga, não te procura, diz que gosta de você, enquanto na verdade desaparece durante uma semana só reaparecendo aos domingos?

Meu namoro é à distância, somos de estados diferentes. Esse seria um grande motivo para pelo menos nos falarmos todos os dias. MAS NÃO! A CRIATURA SÓ APARECE AOS DOMINGOS. Um namoro a distancia quase não é considerado um namoro pelo fato de SER A DISTÂNCIA, ou seja, o contato físico ocorre ocasionalmente.

Mas a idiota aqui sempre perdoa. Quando ouço aquela voz falando comigo ao telefone ou quando, finalmente, vejo a pessoa se aproximar, esqueço todas as brigas, todos os vacilos e ausências, perdoando cada ato. É como se tudo fosse mínimo comparado ao simples fato de estar perto dele. Sabem o que é isso????

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Uma bela BURRICE!


Isso não é amor não, é idiotice e falta de amor próprio, só pode ser. Como posso aceitar que alguém me largue a semana toda só aparecendo uma vez (por telefone ou MSN) para marcar o território? Perdoar cada acontecimento que me entristeceu e me deixou com raiva durante dias?


Tenho raiva de mim por esse fato. Não é que eu não me valorize, eu tenho plena consciência do meu valor, mas tenho medo de errar novamente, sofro do mal do século, a maldita DÚVIDA. Assim, meus amigos, não me julguem. Só estou dando tempo ao tempo e oportunidades para a pessoa se corrigir. Portanto, quando eu tomar qualquer atitude existirá a certeza (será?) e menos chances de me arrepender.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Só eles são “americanos”?

É engraçado, mas quando alguém fala do povo americano, nós pensamos logo nos habitantes dos Estados Unidos. Acontece que o Brasil também se localiza na América e, portanto, nós também somos americanos. Assim como os argentinos, mexicanos etc.



Quando chamamos os ESTADUNIDENSES de americanos, como se só eles fossem americanos, dá a impressão de que eles são os donos de todo o continente, o que não é verdade. Chamá-los de norte americanos também não é o ideal, pois no norte da América também existe o Canadá.


O ideal é chamá-los de estadunidenses, nós somos brasileiros, quem é da Argentina é argentino etc.


O termo americano deve ser usado quando formos dizer a respeito de todos os povos que vivem na América. Assim como quando queremos nos referir a quem vive na parte norte das Américas nos referimos aos norte americanos.


Os estadunidenses acham que são os donos do mundo e são os melhores. Nossa atitude de caracterizar o termo americano como sendo somente deles só os faz acreditar, cada vez mais, que o mundo pertence a eles. Sabemos que isso não é verdade, pois o mundo não pertence somente a uma nação ou a uma pessoa, mas sim a todos os seres existentes no planeta.


Por isso, se você concorda que o mundo não pertence apenas aos Estados Unidos, mas sim a tooooooooooodos nós, não guarde essa informação para você, repasse esse texto aos seus amigos e familiares.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Dentro de mim

Fecho os olhos e procuro dentro de mim algo que me de segurança, mas não há nada, é um espaço vazio, é oco...
Tem uma voz que grita, mas não entendo...
Onde?
Onde?
O que?
O eco dentro de mim não me permite entender. A voz some e o silêncio invade o meu ser.
Uma luz! É alegria? Sim! Está aqui!
Apagou. Volta, volta!!
Onde você está? Preciso encontrá-la, buscá-la e conquistá-la.
Estamos brincando de pique-esconde?
Estou com medo, está escuro. Abro os olhos e está tudo bem, mas ainda estou insegura, ainda tenho dúvidas. Tento denovo. Fecho os olhos e procuro dentro de mim algo que me de segurança...

domingo, 15 de agosto de 2010

Realidade...

É horrivel descobrir ki kem nós amamos tem defeitos que não suportamos.
Então será que amamos de verdade?

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Pequenos detalhes...

Hoje eu fui ao shopping e lá vi algo que me espantou.

Fui a uma loja de brinquedos comprar um presentinho para um filho de uma amiga. Na porta da loja, havia uma menina de aproximadamente uns seis anos, ela estava com o dedo na boca e uma expressão de choro. As pessoas passavam por ela como se fosse invisível. Ninguém parou para observá-la. Vendo que estava sendo observada por mim saiu andando pelo corredor a procura de alguém que eu ainda não sabia quem era, como não encontrou, logo voltou. Então falei:

-Oi, está tudo bem?

Foi o suficiente. A menina desesperada começou a chorar e chorar e chorar. Então tentando acalmá-la, lhe dei um abraço, segurei sua mão e a levei para dentro da loja de brinquedos de onde ela havia saído. Enxuguei suas lágrimas e perguntei:

- Você está com quem?

- Com a minha mãe.

- Como ela é?

- Ela tem um cabelo preto cumprido.

- Qual é o seu nome?

- Meu tio também está aqui, ele tem cabelo preto.

- Fica tranqüila vamos olhar em volta para procurá-los.



A menina se acalmou e, junto comigo, olhou ao redor. Logo encontrou sua mãe e seu tio, saiu correndo para abraçá-los. A mãe nem ligou para o abraço e simplesmente ignorou a demonstração de carinho da criança. Então me aproximei e informei:

-Sua filha estava lá fora perdida e chorando.

- Estava filha?– Disse a mãe em tom duvidoso.

- Você se perdeu sua mané, toma um pedala – Disse o tio.



Naquele instante me afastei com muita raiva. A menina estava aos prantos e a mãe só perguntou se era verdade e o tio deu um pedala Robinho? Como pode isso? Como pode essa falta de amor? Essa falta de carinho? E se eu não tivesse encontrado a menina? E se alguém com intenções ruins a tivesse levado? Ninguém sabe o que poderia ter acontecido.

Nessa hora, se uma pessoa mal intencionada tivesse encontrado a criança, essa mãe poderia estar numa delegacia ou até mesmo na TV pedindo pelo amor de Deus que venham a devolver sua filha. Estaria numa situação completamente desnecessária. Uma situação que pode ser evitada com um pouco de amor e cuidado. Dessa vez Deus me colocou ali para ajudar aquela criança. Mas e de uma próxima vez?

Pequenos gestos de amor e cuidado podem mudar e evitar situações. Cada um pode fazer sua parte. Faça a sua.